Já temos domínio!
Hoje é dia de grande felicidade! Já está a funcionar o domínio do nosso fórum em
O fórum já estava a funcionar internamente mas agora vai arrancar a todo o vapor.
Esperamos por vocês!
RicardoC

Hoje é dia de grande felicidade! Já está a funcionar o domínio do nosso fórum em
O fórum já estava a funcionar internamente mas agora vai arrancar a todo o vapor.
Esperamos por vocês!
RicardoC
e arrancou mesmo a vapor
está muito interessante, parabéns!
já dei conta de um “pro”..;)
Também estou impressionada com o nível de conhecimentos informáticos revelados por alguns dos alunos participantes.
O fórum está com uma dinâmica que, pela motivação e a interacção que se estabeleceu já entre os participante, ao ponto de termos já alunos na ajuda de administração, revela bem que o espaço social não é de ninguém, mas uma pertença de todos em torno de objectivos comuns. É gratificante ver nascer este espaço, que auguro ir longe.
Pessoalmente, acredito que o videojogo, tal como o conhecemos, e mais ainda como se apresentará no advir, tem espaço na sala de aula, nas práticas pedagógicas; é potencial a explorar no quadro de conteúdos disciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares. Acredito também que a indústria terá neste âmbito um filão de negócio e os professores mais oportunidades de emprego.
Já agora: quem não tem bem presente momentos e aprendizagens realizadas na infância em contexto de jogo? E por que será? Como se ouve numa rádio: vale a pena pensar nisto!
Não podia estar mais de acordo. Ontem tivemos no DeCA uma palestra dinamizada pela Maria João Cruz das Produções Fictícias e ficou claro que o mercado dos vídeojogos (juntamente com a produção de conteúdos multiplataforma) é um mercado emergente.
Quanto às aprendizagens, aprendi muito (e muitas coisas) a jogar. E não só durante a infância. Ainda hoje aprendo!
Continuação de bom trabalho,
LP
Não me digam que isto não merece a nossa atenção: em cinco dias, o fórum regista estes dados: Total de Mensagens 228 | Total de Tópicos 28 | Total de Utilizadores 106. Será que isto não diz nada? Afinal, porque não cativam as actividades escolares os nossos jovens?
Será isso, porque dá trabalho.
Mas, afinal, os videojogos não dão trabalho, não implicam esforço?
Vale a pena pensar e discutir isto.
Deixo aqui uma pequena observação que me tem enchido de satisfação ao longo destas duas semanas: o facto de os alunos de duas turmas minhas (sendo uma delas CEF (turma profissional), com imensas dificuldades a todas as disciplinas, em especial no inglês), não se terem queixado do facto de o jogo não estar em Português. Só o facto de ser um “jogo” motivou-os por completo e a língua não tem sido sequer obstáculo. Para quem não conhece, o Stronghold é todo falado e legendado em inglês e é de facto necessário conseguir perceber o que se diz para se poder avançar.
Como professora de Inglês, já utilizo uma metodologia em sala de aula que recorre frequentemente ao sistema de “jogo”, com resultados muito satisfatórios. Esta é a primeira vez que arrisco um jogo de estratégia com turmas inteiras e estou impressionada com a recepção. Dá trabalho? Dá. Mas também dá um gozo imenso ver alguns dos resultados obtidos. E ainda mais em alunos que gostavam apenas de jogar os tradicionais jogos do MiniClip, ou jogos de motas, e a grande maioria dizia que não gostava de jogos de estratégia.
São dados que merecem atenção, sem dúvida! e que podem/devem ser discutidos
Vou esperar comentários (curiosa!) e acrescentar uma pergunta.
Vocês conhecem, melhor do que ninguém, os utilizadores/alunos do fórum . Notam diferença entre a “performance” deles perante as actividades propostas em sala de aula e a que agora implementaram?
E vocês? Que entusiasmo e motivação vos “conduz”?
lol Filomena
Obrigada pela resposta
Olá Margarida
No que diz respeito à performance dos alunos perante as actividades propostas, tenho verificado que existe um interesse em dedicarem parte do seu tempo extra-aula ao aprofundamento voluntário de estratégias para superar as dificuldades e avançar de nível. Nota-se que combinam estratégias entre eles nos intervalos e que até nas viagens de autocarro a caminho da escola os alunos das duas turmas confraternizam entre si (algo que não acontecia antes uma vez que os alunos da turma de CEf são mais velhos e mais conflituosos que os da outra turma) de forma a partilhar informações de interesse mútuo.
Quanto a mim, “conduz-me” o gosto pelo tema e o facto de sempre me ter interrogado sobre o potencial educativo de jogos de estratégia em contexto de sala de aula. Aborrece-me, por vezes, o comodismo de determinados colegas que adoptar as mesmas estratégias de ensino de há décadas para cá, de não arriscarem nas aulas que leccionam. Aborrece-me, por exemplo, que a minha colega de História ensine a matéria em 90 minutos de aulas expositivas a alunos de 13 anos. Porque não recorrer a recursos audio-visuais? Porque não levá-los ao Second Life como o João Lima? Porque não ir para a internet com eles? Porque não jogar ensiná-los a jogar jogos de estratégia em sala de aula? Eu sei que não é fácil para determinadas pessoas, mas os alunos têm imenso potencial e o professor deve estar em condições de ainda os conseguir surpreender. Aliás, a turma de CEF já anda a desafiar-me para jogar contra eles. Desconfio que vão ficar com o ego em baixo.
Nós já temos uma lan party mais ou menos marcada com os alunos de NTC e que está a ser totalmente organizada por eles. Só vamos aparecer com as nossas máquinas e jogar!
Quanto ao comentário/desabafo, assino por baixo Filomena. Por vezes quem se mete neste tipo de iniciativas ouve algumas “bocas” desencorajadoras. Mas quando se acredita nas vantagens de utilização dessas ferramentas e no potencial que podem ter a tantos níveis habituamo-nos a isso e seguimos o nosso caminho.
Continuação de bom projecto,
LP
Nas minhas turmas o entusiamo também tem sido grande apesar de não serem jogadores, estes são mais do tipo Hi5…são alunos com enormes dificuldades, com grandes dificiências ao nível da concentração e neste momento a motivação disparou, não só nas minhas aulas mas também em relação à aula de história. Já falaram com a professora de história convidando-a a participar no jogo….
Antes de mais, quero publicamente expressar a minha satisfação e reconhecimento aos meus alunos, alunos-maravilha, pela forma como aceitaram este desafio.
Como tenho vindo a escrever (com nome do grupo), é minha convicção profunda que os videojogos têm lugar no espaço aula; são um potencial de motivação e de exploração multi e transdisciplinar; a indústria do sector terá nas actividades lectivas uma palavra a dizer; este mercado crescerá e abrirá portas ao emprego dos pedagogos.
Se os meus alunos mudaram. Não muito, pois já temos umas aulas arejadas (cansei-me de me preocupar com o imobilismo), onde não há quase papel nem TESTES. Há meses que discutimos tudo no fórum da disciplina (e eu muitas vezes, de minha casa, vejo-me na obrigação de mandar os alunos para a cama: não estou a brincar, é facto reiterado. O mudou foi a centralidade (vejo que no fórum da disciplina abrandaram), embora já tenhamos concluído que os jogos de estratégia, e para o caso este, cativam mais (o tal estar viciado), pelo que se têm perdido nas horas. Eles estão como eu: determinados em mostrar que os jogos têm de entrar na sala de aula, como a Internet vem entrando (alguém nas nossas escolas há 15 anos imaginava salas com portáteis e alunos distribuídos de forma algo anárquica para o que se tinha como regra na altura. E só recuo 15 anos. E porque entra a Internet? Porque pura e simplesmente tem potencial educativo inegável. Assim será com os videojogos (muitos até pensam que o SL é uma espécie de jogo, e talvez tenham alguma razão, mas essa seria uma conversa interessante para outro espaço, ou para mais tarde).
Eis o que nos conduz: acreditarmos nas potencialidades educativas e formativas do jogo e a consciência de podermos contribuir para a mudança.
Eu já estive no fórum … :p e vou cumprir as regras estejam descansados eheh
Já fui dar uma olhadela ao vosso fórum e tenho a que estão de parabéns. Apanharam os alunos pelo seu ponto fraco (jogos) e acredito plenamente que a motivação deles deve estar ao rubro
Cumps.
Mónica – educaX6
Olá Mónica.
A motivação anda de facto em alta nas escolas onde o projecto está a ser desenvolvido. O Aristides, ainda por cima, anda a ser perseguido por grupos de alunos de 5.º ano, furiosos por não terem sido incluídos.
Olá Mónica.
Não considero que apanhámos os alunos pelo ponto fraco, mas pegamos no ponto fraco fraco da Escola; é este que queremos mudar.
Na anterior disciplina, o meu grupo (alémDesign), abordou muito as vantagens educativas dos jogos. Além de ser uma actividade motivante e criativa, o uso de jogos educacionais computorizados permite o desenvolvimento de habilidades cognitivas, bem como, desenvolver a atenção e a concentração, abrindo o caminho que vai da imaginação à abstracção de estratégias diversificadas de resolução dos problemas. O processo de criação está directamente relacionado à imaginação.. O jogo propícia um ambiente favorável ao interesse da criança pelo desafio das regras impostas por uma situação imaginária que pode ser considerada como um meio para o desenvolvimento do pensamento abstracto, agindo independentemente daquilo que vê, operando com os significados diferentes da simples percepção dos objectos.Para se utilizar jogos educacionais no ensino é fundamental a criatividade e interesse de professores e alunos. Além disso, o professor precisa planificar em que momentos devem ser introduzidos, de forma a torná-los um recurso verdadeiramente pedagógico.
Estão a mostra um óptimo exemplo do caminho a seguir.
PARABÉNS.
Cumps.
Mónica – educaX6
Olá!
Deixo um link do Digital de ontem…
http://jornal.publico.clix.pt/ (o título é: Isto é Arte no Digital) Vale a pena ler o que se passa nos videojogos do ponto de vista do ambiente visual.
Até breve.
Olá João
Obrigado por mais um contributo!
Deadliners!
Não sei se já houve oportunidade para vos dar os parabéns pela actividade escolhida e pelo trabalho que têm vindo a desenvolver até à data.
Da implementação do vosso projecto sairão (e já há algumas) conclusões interessantes que, com certeza, responderão a algumas das (muitas) questões que são levantadas no vosso relatório.
O relatório está bem estruturado e as secções onde descrevem o plano de acção/projecto são de fácil e agradável leitura, o que nem sempre acontece noutras secções (ver notas na wiki). O enquadramento deveria incluir a revisão de literatura pertinente para uma melhor contextualização do vosso projecto. Para além do “clássico” apresentado, seria interessante a referência a artigos/autores mais recentes sobre o domínio que estão a trabalhar. Como esta secção já está “algo longa”, no caso de decidirem incluir algumas referências, ponderem a possibilidade de rever e seleccionar o mais importante.
Falta incluir casos de sucesso, referenciar toda a bibliografia e debruçarem-se sobre as conclusões/reflexões acerca da actividade que estão a conduzir.
Até lá..continuação de bom trabalho!
Obrigado, Margarida.
Temos a consciência das lacunas que o relatório ainda encerra, mas, face à dinâmica criada com os alunos, temo-nos centrado muito neste e no fórum, donde saem as conclusões.
Quanto às referências clássicas, elas surgem no contexto dos alicerces do pensamento Ocidental sobre a educação e o papel do jogo nesta. Contudo, é só o ponto de partida, porquanto o nosso estudo versa sobre o videojogo, particularmente o da linha dita de estratégia
Olá!
Não querendo distrair-vos do vosso trabalho, gostaria de saber como posso criar um fórum com um “look” tão profissional. Não me agrada o design dos Google Groups, e o Moodle de momento também não serve os meus propósitos.
Parabéns pelo trabalho que estão a realizar.
JLucas
Olá Judite!
Gostava muito de deixar uma resposta simples mas receio que tal não seja possível.
Em primeiro ligar, há que seleccionar que software pretendes usar para gerir o fórum. Neste momento, os mais usados (por serem gratuitos) são o phpBB e o SMF:
http://www.phpbb.com/
http://www.simplemachines.org/
Ambos os fóruns têm vantagens e desvantagens e todos aceitam “skins” para mudarem de aspecto. Por curiosidade, podes ver skins (a que normalmente se chamam Styles) para o phpBB aqui:
http://demo.phpbb3styles.net/
Depois de seleccionado o fórum, há que instalar. Para isso precisamos de um servidor HTTP, PHP e SQL. A solução mais simples é simplesmente comprar um alojamento comercial onde todas essas ferramentas já sejam disponibilizadas de forma simples.
Se pretenderes instalar no teu próprio computador de casa sugiro uma solução integrada, de que o XAMPP é bom exemplo:
http://www.apachefriends.org/en/xampp.html
É preciso ter em atenção que na maioria dos acessos à internet caseiros, o IP é mudado sempre que é estabelecida nova ligação pelo que, para o teu fórum estar acessível a partir do exterior, tens que usar uma solução de redireccionamento de IPs dinâmica. A No-IP é uma boa solução e tem pacotes gratuitos e comerciais:
http://www.no-ip.com/
A instalação do fórum propriamente dita é muito simples: basta criar uma base de dados, criar um utilizador com privilégios e dar essa informação ao fórum.
Espero ter ajudado!
RicardoC
Olá Ricardo.
Bem me parecia que não devia ser coisa fácil. Para já vou ficar-me pelas soluções Web 2.0. Mas fica a informação, que certamente será útil num momento mais oportuno.
Obrigada, e continuação de BOM TRABALHO!
JLucas
Olá Ricardo.
. Claro que não tenho domínio 100% personalizado, mas serve perfeitamente para o que procurava. Deixo aqui o link: http://www.forumeiros.com/pt/criar-forum/.
Boas notícias. Acabei por encontrar um sítio onde posso criar facilmente um fórum, que eu controlo inteiramente, e sem necessidade de instalar em servidor próprio
Cumprimentos, e boas apresentações.
JLucas
Olá Judite!
Confesso que hesitei em te deixar esse endereço. Esse sistema de fóruns é interessante e muito simples de administrar mas tem um grande problema: “Aí se fala em versão brasilêra”!
Como provavelmente o fórum vai ter utilidade pedagógica, pareceu-me contraproducente estar a propor um fórum que não pudesse ser configurado em português de Portugal.
Inté!
Ricardo
Olá Ricardo
Isso é verdade, mas como nós vamos criar o fórum de raíz, e podemos configurar alguns dos botões, espero que não se note muito. Também não esperamos grande tráfego, pelo que supostamente as mensagens serão apenas de alunos e professores da nossa escola. Além disso é como dizes, é muito simples de administrar, e como quem não tem cão, caça com gato…
Até breve
JLucas
Olá a todos
Após uma semana de muito trabalho, lá conseguimos colocar os alunos a criar artefactos multimédia (vídeos) a colocar no fórum. Foi engraçado constatar que o receio inicial dos alunos ia desaparecendo à medida que se entusiasmavam com a narração.
A propósito de jogos e de MMOG, esta semana aconteceu-uma uma coisa curiosa. Quando entrei na sala de aula reparei que um dos meus alunos estava a jogar Travian. Comentei o facto de também andar nesse mundo virtual há relativamente pouco tempo e o aluno pediu-me o nick. Quando cheguei a casa, constatei que já tinha algumas centenas de reforços e recursos a caminho da minha aldeia, tudo oferecido pelo aluno. Após leitura das mensagens enviadas, verifiquei que passei a ser “apadrinhada” por ele e até me tem dado umas dicas valiosas perante as dúvidas que lhe tenho colocado. Pode parecer uma coisa simples e aparentemente sem importância, mas este aluno e eu temos por vezes uma relação conflituosa devido à sua falta de estudo e de interesse pela escola. Será que este jogo terá a capacidade de alterar determinadas atitudes nas nossas relações interpessoais? Vou aguardar para ver.